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	<title>Antigo TestamentoJó &#187; Antigo Testamento</title>
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		<title>Jó &#8211; Introdução e Esboço</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 23:21:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[bb_bid = "187121"; bb_lang = "pt-BR"; bb_keywords = ""; bb_name = "custom"; bb_limit = "4"; bb_format = "bbl"; Autor A autoria de Jó é incerta. Alguns eruditos atribuem o livro a Moisés. Outros atribuem a um dos antigos sábios, cujos escrito podem se encontrados em Provérbios ou Eclesiastes. Talvez o próprio Salomão tenha sido seu]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding:5px 0 5px 0; text-align:right; float:right;"><span style="padding:4px 4px 4px 4px;border:0;"><script type="text/javascript">
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<script type="text/javascript" src="http://static.boo-box.com/javascripts/embed.js"></script></span><br /></div><p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong><span style="font-size: x-small;">Autor<br />
</span></strong>A autoria de Jó é incerta. Alguns eruditos atribuem o livro a      Moisés. Outros atribuem a um dos antigos sábios, cujos escrito podem se      encontrados em Provérbios ou Eclesiastes. Talvez o próprio Salomão tenha      sido seu autor.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> <strong><span style="font-size: x-small;"> </span></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong><span style="font-size: x-small;">Data<br />
</span></strong>Os procedimentos, os costumes e o estilo de vida geral do livro      de Jó são do período patriarcal (cerca de 2000-1800 aC). Apesar dos      estudiosos não concordarem quanto à época em que foi compilado, este texto é      obviamente o registro de uma tradição oral muito antiga. Aqueles que      atribuem o livro a Moisés, acham que a história surgiu lá pelo séc. XV aC.      Ouros acham que surgiu lá pelo séc. II aC. A maior parte dos conservadores      atribuem Jó ao período salomônico, pela metade do séc. X aC.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> <strong><span style="font-size: x-small;"> </span></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong><span style="font-size: x-small;">Conteúdo<br />
</span></strong>A própria Escritura atesta que Jó foi uma pessoa real. Ele é      citado em Ez 14.14 e Tg 5.11. Jó era um gentil. Acredita-se que era      descendente de Naor, irmão de Abraão. Conhecia Deus pelo nome de “Shaddai” &#8211;      o Todo Poderoso. (Há 30 referências a Shaddai no Livro de Jó). Ele era um      homem rico e levava um estilo de vida siminômade.<br />
O Livro de Jó tem sido chamado de “poema dramático de uma história épica”.      Os caps 1-2 são um prólogo que descreve o cenário da história. Satanás      apresenta-se ao Senhor, junto com os filhos de Deus, e desafia a piedade de      Jó, dizendo: “Porventura, teme Jó a Deus debalde?” (1.9). Vai mais longe e      sugere que se Jó perdesse tudo o que possuía, amaldiçoaria a Deus. Deus dá      licença a satanás para provar a fé que tinha Jó, privando-o de sua riqueza,      da sua família e, finalmente, da sua saúde. Mesmo assim, “em tudo isto não      pecou Jó com os seus lábios” (2.10). Jó, então, é visitado por três amigos—Elifaz,      o temanita; Bildade, o suíta e Zofar, o naamatita; que ficam impressionados      pela deplorável condição de Jó que permanecem sentados com Jó durante sete      dias sem dizer uma só palavra.<br />
A maior parte do livro é composta por três diálogos entre Jó e Zofar,      seguidos pelo desafio de Eliú a Jó. Os quatro homens tentam responder a      pergunta: “ Por que sofre Jó?” Elifaz, argumentando a partir da sua      experiência, declara que Jó sofre porque pecou. Argumenta que aqueles que      pecam são punidos. Como Jó está sofrendo, obviamente pecou. Bildade,      sustentando sua autoridade na tradição, sugere que jó é um hipócrita. Também      ele faz a inferência de que se os problemas vieram, então Jó deve ter      pecado. “Se fores puro e reto, certamente, logo despertará por ti” (8.6).      Zofar condena Jó por verbosidade, presunção, e pecaminosidade, concluindo      que Jó está recebendo menos do que merece: “Pelo que sabe Deus exige de ti      menos do que merece a tua iniqüidade” (11.6)<br />
Os três homens chegam basicamente à mesma conclusão: o sofrimento é      conseqüência direta do pecado, e a iniqüidade é sempre punida. Argumentam      que é possível avaliar o favor ou desfavor de Deus a alguém pela      prosperidade ou adversidade material. Assumem erroneamente que o povo pode      compreender os caminhos de Deus sem levar em conta o fato de que as bênçãos      e a retribuição divina podem ir além da vida presente.<br />
Na sua resposta aos seu amigos, Jó reafirma a sua inocência, dizendo que a      experiência prova que tanto o justo como o injusto sofrem, e ambos desfrutam      momentos de prosperidade. Lamenta o seu estado deplorável e as sua tremendas      perdas, expressando a sua tristeza em relação a eles por acusarem-no em      lugar de trazer-lhe consolo.<br />
Depois que os três amigos terminam, um jovem, chamado Eliú, confronta-se com      Jó, que prefere não responder suas acusações. O argumento de Eliú pode ser      resumido desta maneira: Deus é maior do que qualquer ser humano, isso      significa que nenhuma pessoa tenha o direito ou autoridade de exigir uma      explicação dele. Argumenta que o ser humano não consegue entender algumas      coisas que Deus faz. Ao mesmo tempo, Eliú sugere que Deus irá falar se      ouvirmos. A sua ênfase está na atitude do sofredor, ou seja, uma atitude de      humildade levará Deus a intervir. Essa é a essência da sua mensagem: em vez      de aprender com o seu sofrimento, Jó demonstra a mesma atitude dos ímpios      para com Deus, e esta é a razão pela qual ainda está sofrendo aflição. O      apelo de Eliú a Jó é: 1) ter fé verdadeira em Deus, em vez de ficar pedindo      explicação. 2) Mudar a sua atitude para uma atitude de humildade.<br />
Não se deve concluir que todas as objeções dos amigos de Jó representem tudo      o que se pensava de Deus durante aquela época. Na medida em que a revelação      da natureza de Deus foi se fazendo conhecida através da história e das      Escrituras, descobrimos que algumas dessas opiniões eram incompletas.      Evidentemente, isso não faz com que o texto seja menos inspirado, antes nos      dá um relato inspirado pelo ES dos incidentes como realmente aconteceram.<br />
Quando os quatro concluíram, Deus respondeu a Jó de dentro de um remoinho. A      resposta de deus não é uma explicação dos sofrimentos de Jó, mas, através de      uma série de perguntas, Deus procura tornar Jó mais humilde. Quando relemos      a fala de Deus através do remoinho, tiramos três conclusões a respeito do      sofrimento de Jó: 1) não aparece a intenção de se revelar a Jó a causa dos      seus sofrimentos. Deus não podia, provavelmente, explicar alguns aspectos do      sofrimento humano, no momento em que acontece, sem o risco de destruir o      próprio objetivo que esse sofrimento é destinado a cumprir. 2) Deus se      envolve com a realidade do ser humano: Jó e o seu sofrimento são suficientes      que Deus fale com ele. 3) o propósito de Deus também era o de levar Jó a      abrir mão da sua justiça própria, da sua defesa própria e sabedoria      auto-suficiente, de forma que pudesse buscar esses valores em Deus.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> <strong><span style="font-size: x-small;"> </span></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong><span style="font-size: x-small;">O Espírito Santo em Ação<br />
</span></strong>Eliú, em seu debate com Jó , faz três declarações significativas      sobre o papel do ES no relacionamento do povo com Deus. Em 32.8, declara que      o nível de compreensão de uma pessoa não está relacionada à sua idade ou      etapa de vida, mas é antes o resultado da operação do Espírito de Deus. O      Espírito é o autor da sabedoria dando a cada um a capacidade de conhecer e      tirar lições pessoais das coisas que acontecem na vida. Assim, conhecimento      e sabedoria são bênçãos do Espírito aos homens.<br />
O Espírito de Deus é também a fonte da própria vida (33.4). Se não fosse      pela influência direta do Espírito, o homem como nós o conhecemos não teria      chegado a existir. Assim foi na criação original do homem, e assim continua      sendo. Eliú declara que a sua própria existência dá testemunho do poder      criador do Espírito. O Espírito de Deus é o Espírito da vida.<br />
Como o Espírito de Deus dá vida e sabedoria ao homem, ele também é essencial      à própria continuidade da raça humana. Se Deus tivesse que desviar a sua      atenção para outro lugar, se tivesse que retirar o seu Espírito-que-dá-vida      deste mundo, certamente a história humana chegaria ao seu fim (34.14,15). A      intenção de Eliú é deixar claro que Deus não é caprichoso nem egoísta, pois      cuida do ser humano, sustenta-o de forma constante pela abundante presença      do seu Espírito. Dessa forma, o Espírito Santo no livro de Jó é o criador e      mantenedor da vida, conferindo –lhe significado e racionalidade.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> <strong><span style="font-size: x-small;"></p>
<p align="justify">Esboço de Jó</p>
<p></span></strong> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Introdução 1.1-2.13</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<blockquote><p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<blockquote><p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Jó é consagrado e rico 1.1-5<br />
Satanás desafia o caráter de Jó 1.6-12<br />
Satanás destrói as propriedades e os filhos de Jó 1.13-22<br />
Satanás ataca a saúde de Jó 2.1-8<br />
Reação da esposa de Jó 2.9,10<br />
A visita dos amigos de Jó 2.11-13</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p></blockquote>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p></blockquote>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">I. Diálogo entre Jó e os seus três amigos 3.1-26.1</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<blockquote><p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<blockquote><p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Clamor de desespero de Jó 3.1-26<br />
Primeiro diálogo 4.1-14.22<br />
Segundo diálogo 15.1-21.34<br />
Terceiro diálogo 22.1-26.14</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p></blockquote>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p></blockquote>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">II.Discurso final de Jó aos seus amigos 27.1-31.40<br />
III. Eliú desafia Jó 32.1-37.24<br />
IV. Deus responde de um remoinho 38.1-41.34<br />
V. A resposta de Jó 42.1-6<br />
VI. Parte histórica final 42.7-17</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana;">Fonte: Bíblia Plenitude &#8211; www.vivos.com.br<br />
</span></span></p>
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