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	<title>Antigo TestamentoEzequiel &#187; Antigo Testamento</title>
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	<description>Velho Testamento</description>
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		<title>Ezequiel &#8211; Introdução e Esboço</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 23:41:30 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Ezequiel]]></category>
		<category><![CDATA[Esboço]]></category>

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<script type="text/javascript" src="http://static.boo-box.com/javascripts/embed.js"></script></span><br /></div><p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Autor<br />
</strong>O autor, cujo nome significa “Deus fortalece”. É identificado como      “Ezequiel, filho de Buzi, o sacerdote” (1.3). Embora essa identificação      tenho sido questionada, parece não haver razão válida para se duvidar disso.      Ele era, provavelmente, um membro da família sacerdotal dos zadoqueus, que      se tornaram importantes durante as reformas de Josias (621 aC). Ele foi      treinado para o sacerdócio durante o reinado de Joaquim, foi deportado para      a Babilônia (1.1; 33.21; 40.1) em 597 aC e estabeleceu-se em Tel– Abibe,      situada no canal do rio Quebar, perto de Nipur (1.1). Seu ministério      coincidiu brevemente ao de Jeremias.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> <strong> </strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Data<br />
</strong>O chamado de Ezequiel veio a ele em 593 aC, o quinto ano do reinado de      Joaquim. A última data dada por oráculo (29.17) é, provavelmente, 571 aC,      fazendo de seu ministério cerca de vinte anos de duração. A morte de sua      esposa ocorreu ao mesmo tempo da destruição de Jerusalém, em 587 aC      (24.1,15-17). Exilado por ocasião do segundo cerco de Jerusalém, por volta      de sua iminente e completa destruição, incluído a partida da presença de      Deus. Partes foram também, aparentemente escritas após a destruição de      Jerusalém.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> <strong> </strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Conteúdo<br />
</strong>A personalidade de Ezequiel reflete uma força mística. A proximidade de      seu contato com o Espírito, suas visões e a freqüência com a qual a palavra      do Senhor vinha até ele fornecem uma conexão entre os profetas extáticos      mais antigos e os profetas e escritores clássicos. Suas experiências      espirituais também anteciparam a atividade do ES no NT. A ele adequadamente      pertence o título de “carismático”.<br />
A mensagem de Ez foi endereçada ao resto dos pervertidos de Judá exilados na      Babilônia. A responsabilidade moral do indivíduo é um tema de primeira      importância em sua mensagem. A responsabilidade coletiva não mais resguarda      o indivíduo. Cada um deve aceitar uma responsabilidade pessoal pela desgraça      da nação. Cada um é responsável pelo seu pecado individual (18.24). Foi o      peso do pecado acumulado de cada indivíduo que contribui para o rompimento      do concerto de Deus com Israel, e cada qual leva uma porção da culpa pelo      julgamento que resultou no exílio.<br />
O livro está facilmente dividido em três seções: o julgamento de Judá      (4-24), o julgamento das nações pagãs ( 25-32) e as futuras bênçãos pelo      concerto de Deus com o povo (33-48).<br />
Dois temas teológicos agem como um equilíbrio no pensamento do profeta. Na      doutrina do homem em Ez, ele colocou a ênfase no dever pessoal (18.4: “a      alma que pecar, essa morrerá”). Por outro lado, ele enfatizou a graça divina      no renascimento da nação. O arrependimento do remanescente fiel entre os      exilados resultaria na recriação de Israel a partir dos ossos secos      (37.11-14). O divino Espírito os estimularia a uma nova vida. Por essa      ênfase no ES na regeneração, Ez antecipava a doutrina do NT do ES,      especialmente no Evangelho de João.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> <strong> </strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>O Espírito Santo em Ação<br />
</strong>Quer a revelação profética seja apresentada simbolicamente em visões,      sinais, ações de parábolas ou em fala humana, Ez reivindica por eles o poder      e a autoridade do ES. Além disso, há inúmeras referências ao Espírito de      Deus no livro. Alguém pode quase que caracterizar o Livro de Ez como “os      Atos do ES” no AT. Várias dessas referências merecem uma tenção em especial.<br />
Em 11.5, o profeta afirma autobiograficamente que o Espírito do Senhor      “caiu” sobre ele e lhe “disse”. O oráculo que segue é, desse modo, a Palavra      de Deus nas palavras de Ezequiel, inspirado pelo ES. O mesmo (11.24)      apresenta o Espírito como ativo em uma visão: “Depois, o Espírito me      levantou e me levou em visão à Caldéia, para os do cativeiro.”<br />
Talvez a situação melhor conhecida da atividade do Espírito esteja no cap.      37, a visão do vale dos ossos secos: “Veio sobre mim a mão do Senhor; e o      Senhor me levou em Espírito, e me pôs no meio de um vale que estava cheio de      ossos&#8230;”(v.1) A visão subseqüente relata o renascimento espiritual do      restante do ovo que estava, até então, no exílio.<br />
Um aspecto final da ação do Espírito na vida do profeta é achado em 36.26:      “E vos darei um coração novo e porei dentro de vós um espírito novo.” Não é      somente um ato externo do Espírito o “cair sobre” alguém, mas também a      profetizada experiência subjetiva da presença do Espírito dentro, tal como      Ezequiel inigualavelmente experimentou quando o Espírito “entrou” nele      (2.2). Ezequiel antecipou a experiência do concerto do “novo nascimento”, o      qual seria dado pelo Espírito.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> <strong></p>
<p align="justify">Esboço de Ezequiel</p>
<p></strong> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">I. O início da visão e chamada de Ezequiel 1.1-3.21</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<blockquote><p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<blockquote><p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Visões introdutórias 1.1-28<br />
O encargo dos profetas 2.1-3.21</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p></blockquote>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p></blockquote>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">II. Profecias e visões sobre a destruição de Jerusalém      3.22-24.27</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<blockquote><p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<blockquote><p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Oráculos de julgamento 3.22-7.27<br />
Visões de idolatria no templo 8.1-11.25<br />
O exílio e cativeiro de Judá 12.1-24.27</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p></blockquote>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p></blockquote>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">III. Oráculos da ruína contra nações estrangeiras      25.1-32.32</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<blockquote><p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<blockquote><p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Contra Amom 25.1-7<br />
Contra Moabe 25.8-11<br />
Contra Edom 25.12-14<br />
Contra a Filistia 25.15-17<br />
Contra Tiro 26.1-28.19<br />
Contra Sidom 28.20-26<br />
Contra Egito 29.1-32.32</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p></blockquote>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p></blockquote>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">IV. Profecias de restauração 33.1-48.35</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span> <span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span> <span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Ezequiel como vigia 33.1-33<br />
Deus como Pastor 34.1-31<br />
Julgamento contra Edom 35.1-15<br />
Restauração de Israel 36.1-37.28<br />
Julgamento contra Gogue 38.1-39.29<br />
Restauração do templo 40.1-46.24<br />
Restauração da terra 47.1-48.35</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Fonte: Bíblia Plenitude</span></p>
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