<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Antigo TestamentoEclesiastes &#187; Antigo Testamento</title>
	<atom:link href="http://antigotestamento.com.br/category/eclesiastes/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://antigotestamento.com.br</link>
	<description>Velho Testamento</description>
	<lastBuildDate>Sat, 05 Feb 2011 20:33:32 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.4</generator>
		<item>
		<title>Eclesiastes &#8211; Introdução e Esboço</title>
		<link>http://antigotestamento.com.br/eclesiastes-introducao-e-esboco/</link>
		<comments>http://antigotestamento.com.br/eclesiastes-introducao-e-esboco/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 23:28:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eclesiastes]]></category>
		<category><![CDATA[Esboço]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.antigotestamento.com.br/?p=48</guid>
		<description><![CDATA[bb_bid = "187121"; bb_lang = "pt-BR"; bb_keywords = ""; bb_name = "custom"; bb_limit = "4"; bb_format = "bbl"; Autor e Data O nome Eclesiastes deriva do termo grego ekklesia (“assembléia”) e significa “aqueles que fala a uma assem- bléia”. O termo hebraico correspondente é qohelet, que significa “aquele que convoca uma assembléia” recebendo muitas vezes]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding:5px 0 5px 0; text-align:right; float:right;"><span style="padding:4px 4px 4px 4px;border:0;"><script type="text/javascript">
	bb_bid = "187121";
	bb_lang = "pt-BR";
	bb_keywords = "";
	bb_name = "custom";
	bb_limit = "4";
	bb_format = "bbl";
</script>
<script type="text/javascript" src="http://static.boo-box.com/javascripts/embed.js"></script></span><br /></div><p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Autor e Data<br />
</strong><span style="font-family: Arial; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"></span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><span style="font-family: Arial; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">O nome <em> Eclesiastes</em> deriva do termo grego <em>ekklesia </em>(“assembléia”) e      significa “aqueles que fala a uma assem- bléia”. O termo hebraico      correspondente é <em>qohelet</em>, que significa “aquele que convoca uma      assembléia” recebendo muitas vezes a tradução de “Professor” ou “Pregador”      em outras versões da Bíblia.<br />
Eclesiastes e, geralmente creditado a Salomão (cerca de 971 a 931 aC),      escrito em sua velhice. O tom pessimista que impregna o livro talvez seja um      efeito do estado espiritual de Salomão na época (ver 1Rs 11). Embora não      mencionado em 1Rs, Salomão provavelmente recobrou a consciência antes de      morrer, arrependeu-se e voltou-se para Deus. Ec 1.1 parece ser uma      referência a Salomão: “Palavra do pregador, filho de Davi, rei em      Jerusalém”. Alusões à sabedoria de Salomão (1.16), à riqueza (2.8), aos      servos (2.8), aos prazeres (2.3)e a atividade de edificação estão espalhadas      por todo o livro.</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><span style="font-family: Arial; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span><strong><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></strong></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><span style="font-family: Arial; font-size: xx-small;"><strong><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Contexto<br />
</span></strong><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">O livro evidencia um período em      que, para o autor, as soluções tradicionais pras as grandes questões da      vida, particularmente para o sentido da vida, perderam a sua relevância. Ao      invés de responder estas questões com citações da Escritura, o Pregador      introduz uma metodologia baseada na observação e na indução. A sabedoria,      quando encontrada em outra literatura sapiencial da Bíblia (Jó, Pv e certos      Sl), é sinônimo de virtude e piedade; e sua antítese, a loucura, representa      a maldade. No livro de Ec, a palavra “sabedoria”, às vezes, é usada nesse      sentido quando se trata da interpretação israelita tradicional sobre a      sabedoria (como em 7.1-8.9; 10.1-11.16). Mas no capítulo de abertura      (1.12-18), o autor lida com a sabedoria enquanto o processo de puro      pensamento, semelhante à filosofia frega, com questionamento dos valores      absolutos. Mesmo sem contestar a existência de Deus, a qual confere sentido      à criação, o Pregador está determinado a procurar esse sentido através da      sua própria experiência e observação, a fim de poder verificar esse sentido      pessoalmente e transmiti-lo aos seus discípulos.</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><span style="font-family: Arial; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span><strong><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></strong></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><span style="font-family: Arial; font-size: xx-small;"><strong><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Conteúdo<br />
</span></strong><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">O livro de Ec apresenta todos os      indícios de ser um ensaio literário cuidadosamente composto que precisa ser      compreendido em sua totalidade antes de poder ser entendido em parte. O      Conteúdo do livro é definido por versos quase idênticos (1.2; 12.8), que      circunscrevem o livro ao antecipar e resumir as conclusões do autor. O tema      é definido em 1.3: “Que vantagem tem o homem de todo o seu trabalho, que ele      faz debaixo do sol?” Ou, pode a verdadeira sabedoria ser encontrada por um      ser humano à parte da revelação de Deus?<br />
A busca do Pregador é por algum tipo de valor (“vantagem) fixo, imutável,      que possa ser achado nesta vida (“debaixo do sol”), que possa servir como      base de uma vida adequada. O termo hebraico traduzido pro “vantagem” é <em> yitron</em> (1.3) e também pode ser traduzido por “ganho”, “valor”. “Vaidade”      é uma palavra –chave no livro, traduzida do termo hebraico <em>hebel </em> (lit. “fôlego”), indicando assim aquilo que é mortal, transitório e efêmero.      Tentando cada um dos caminhos propostos pela humanidade para alcançar o      valor procurado, ele os acha evasivos (“aflição de espírito”), fugazes e      transitórios (“vaidade”).<br />
A “sabedoria” de 1.12-18 está desprovida de valor verdadeiro. E a resposta      também não é encontrada no prazer, na riqueza, em grandes realizações      (2.1-11), em um doutrina de compensação (2.12-17) ou no materialismo      (2.18-26).<br />
Qual deve ser nossa atitude diante do fato de que nem as realizações nem as      coisas materiais são <em>yitron</em>, ou seja, não têm valor permanente? A      resposta introduz o tema secundário do livro: devemos desfrutar tanto a vida      como também as coisas que Deus nos tem concedido (3.11-12; 5.18-20; 9.7-10),      lembrando que, no final, Deus nos julgará pelo modo como fizemos isso      (11.7-10)<br />
Mesmo a própria vida humana, em qualquer sentido humanista, secular, não      pode ser considerada como o <em>yitron</em> que o Pregador procura. Mesmo a      relação de vida e morte é um tema subordinado no livro.<br />
Mas retomando à busca principal do Pregador: será que essa busca está      destinada a terminar (12.8) como começou (1.2), numa nota de desespero? A      constante investigação do Pregador por um sentido para toda a existência      demonstra que ele é um otimista, não um pessimista, e o seu fracasso em      descobrir algum valor absoluto, permanente, nesta vida (“debaixo do sol”),      não significa que a sua busca seja um fracasso. Ao contrário, ele se acha      forçado (pela observação de Deus pôs ordem no universo quando este foi      criado, 3.1-14) a buscar o valor que tanto procura no mundo do porvir (não      “debaixo do sol”, mas “acima do sol”, por assim dizer). Embora não afirme      isso especificamente, a lógica que envolve toda a sua busca compele a      encontrar o único verdadeiro <em>yitron</em> no temor (reverência) e na      obediência a Deus (11.7-12.7). Isso é afirmado no epílogo: o dever de toda a      humanidade é a reverência a Deus e o cumprimento dos seus mandamentos      (12.13). Isso precisa acontecer, mesmo que durante esta vida não haja      justiça verdadeira , pois Deus, no fim, trará a juízo tudo o que existe      (11.9; 12.14). Com esta observação profunda o livro termina.</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><span style="font-family: Arial; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span><strong><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></strong></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><span style="font-family: Arial; font-size: xx-small;"><strong><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">O Espírito Santo em Ação<br />
</span></strong><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Toda as referencias ao “espírito”      em Ec são referentes à força vital que anima o ser humano ou o animal (ver      3.18-21). Apesar disso, o livro antecipa alguns dos problemas enfrentados      pelo apóstolo Paulo na implementação de dons espirituais em 1Co 12-14. As      pessoas que acreditam que Deus lhes fale através do ES em sonhos e visões      (Jl 2.28-32; At 2.17-21) agiriam bem se prestassem atenção na sábia      advertência do Pregador de que nem todo sonho é voz de Deus (5.3). Paulo      aparenta ter isso em mente ao falar sobre os dons de línguas e profecias em      1Co 14.9, aconselhando uma manifestação ordenada, seguida de um julgamento      da assembléia sobre a declaração. Da mesma forma, a ênfase do Pregador na      reverência e na obediência a Deus é paralela à preocupação de Paulo com a      edificação da igreja (1Co 14.5). Os verdadeiros dons espirituais—      manifestações genuínas de ações ou expressões miraculosas– acontecem em      espírito de reverência pra a glória de Deus através de Cristo e para a      edificação dos crentes.</p>
<p></span></span><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Esboço de Eclesiastes:<br />
</strong><br />
I- Prólogo 1.1-2</p>
<p>a) Identificação do Livro 1.1<br />
b) Resumos das investigações do Pregador 1.2</p>
<p>II- Estabelecimento do Problema 1.3-11</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">a) Estabelecimento do problema: Pode-se encontrar algum      valor verdadeiro nesta vida? 1.3<br />
b) Exposição do problema: Uma refutação das soluções humanísticas 1.4-11</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">III- Tentativas de solução para o problema 1.12-2.26</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">a) A refutação da razão pura: A sabedoria humana,      sozinha, é inútil. 1.12-18<br />
b) O fracasso do hedonismo: O prazer não tem sentido em si mesmo. 2.1-11<br />
c) O fracasso da compensação: O sábio e o tolo encaram um fim comum 2.12-17<br />
d) O fracasso da materialismo. 2.18-26</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">IV- Desenvolvimento do tema 3.1 &#8211; 6.12</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">a) Inutilidade dos esforços humanos em mudar a ordem      criada. 3.1-15<br />
b) Inutilidade de um fim igual a criaturas desiguais. 3.16-22<br />
c) Inutilidade de um vida oprimida 4.1-3<br />
d) Inutilidade da inveja. 4.4-6<br />
e) Inutilidade de ser sozinho. 4.7-12<br />
f) Inutilidade de uma monarquia hereditária. 4.13-16<br />
g) Inutilidade do fingimento numa religião formal. 5.1-7<br />
h) Inutilidade de sistemas de valores materialistas. 5.8-14<br />
i) Inutilidade de deixar para trás, na morte, os produtos do trabalho      5.15-20<br />
j) Inutilidade da futilidade de uma vida despojada. 6.1-9<br />
l) Inutilidade do determinismo da natureza.  6.10-12</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">V- A sabedoria prática e os seus usos. 7.1 &#8211; 8.9</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">a) Provérbios moralizantes sobre vida e morte, bem e mal.      7.1-10<br />
b) A sabedoria e as suas aplicações. 7.11-22<br />
c) Observações sábias variadas. 7-23 &#8211; 8.1<br />
d) A sabedoria na corte do rei. 8.2-9</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">VI- Um retorno ao tema. 8.10 &#8211; 9.18</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">a) Inutilidade da compensação (novamente) 8.10 &#8211; 9.12<br />
b) Inutilidade da natureza instável do homem (novamente) 9.13-18</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">VII- Mais sobre a sabedoria e seus usos 10.1 &#8211; 11.6</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">VIII- O único valor é temer a Deus e obedecê-Lo. 11.7 &#8211;      12.7</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">a) O primeiro resumo das conclusões 11.7-10<br />
b) O segundo resumo: alegoria da velhice e morte 12.1-7</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">IX- Epílogo: Confirmação da conclusão 12.8-14</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">a) Resumo das conclusões do Pregador 12.8<br />
b) Resumo das conclusões do pregador através de um discípulo. 12.9-14</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Fonte: Bíblia Plenitude</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://antigotestamento.com.br/eclesiastes-introducao-e-esboco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

