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	<title>Antigo Testamento10 Pragas &#187; Antigo Testamento</title>
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		<title>AS DEZ PRAGAS</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 03:25:58 +0000</pubDate>
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<p><em><strong>1 &#8211; Águas em Sangue:<br />
</strong></em> Os egípcios tributavam honras divinas ao rio Nilo, e      reverenciavam-no como o primeiro dos seus deuses. Diziam que ele era o rival      do céu, visto como regava a terra sem o auxílio de nuvens e de chuva. O fato      de se tornar em sangue a água do sagrado rio, durante sete dias, era uma      calamidade, que foi causa de consternação e terror.  (Ex 7.14&#8230;)</p>
<p></span></span><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong><em>2- A praga das rãs:<br />
</em></strong>Na praga das rãs foi o próprio rio sagrado um ativo instrumento de      castigo, juntamente com outros dos seus deuses. A rã era um animal      consagrado ao Sol, sendo considerada um emblema de divina inspiração nas      suas intumescências. O repentino desaparecimento da praga foi uma prova tão      forte do poder de Deus, como o seu aparecimento. (Ex 8.1&#8230;)</p>
<p><strong><em>3- Piolhos:</em></strong><br />
A praga dos piolhos foi particularmente uma coisa horrorosa para o povo      egípcio, tão escrupulosamente asseado e limpo. Dum  modo especial os      sacerdotes rapavam o pelo de todo o corpo de três em três dias, a fim de que      nenhum parasitos pudessem achar-se neles, enquanto serviam os seus deuses.      Esta praga abalou os próprios magos, pois que, em conseqüência da pequenez      desses insetos, eles não podiam produzi-los pela ligeireza de mãos, sendo      obrigados a confessar que estava ali o &#8220;dedo de Deus&#8221; (Ex 8.19).</p>
<p><em><strong>4- Moscas:</strong></em><br />
As três primeiras pragas sofrem-nas os egípcios juntamente com os      israelitas, mas por ocasião da separou Deus o povo que tinha escolhido (Ex      8.20-23). Este milagre seria, em parte, contra os sagrados escaravelhos,      adorados no Egito.</p>
<p><strong><em>5- Peste no gado:</em></strong><br />
A quinta praga se declarou no dia seguinte, em conformidade com a      determinação divina      (Ex 9.1). Outra vez é feita uma distinção entre os      egípcios e os seus cativos. O gado dos primeiros é inteiramente destruído,      escapando à mortandade o dos israelitas. Este milagre foi diretamente      operado pela mão de Deus, sem a intervenção de Arão, embora Moisés fosse      mandado a Faraó com o usual aviso.</p>
<p><strong><em>6- Úlceras e tumores:</em></strong><br />
(Ex 9.8) A sexta praga mostra que, da parte de Deus, tinha aumentado a      severidade contra um monarca obstinado, de coração pérfido. E aparecia agora      também Moisés como executor das ordens divinas; com efeito, tendo ele      arremessado no ar, na presença de Faraó, uma mão cheia de cinzas, caiu uma      praga de úlceras sobre o povo. Foi um ato significativo. A dispersão de      cinzas devia recorda aos egípcios o que eles costumavam fazer no sacrifício      de vítimas humanas, concorrendo o ar, que era também uma divindade egípcia,      para disseminar a doença.</p>
<p><em><strong>7- A Saraiva:<br />
</strong></em>(Ex 9.22) Houve, com certeza. algum intervalo entre esta e a do nº      6, porque os egípcios tiveram tempo de ir buscar mais gado à terra de Gósen,      onde estavam os israelitas. É também evidente que os egípcios tinham por      esta ocasião um salutar temor de Deus de Israel, e a tempo precaveram-se      contra a terrível praga dos trovões e da saraiva. (Ex 9.20).</p>
<p><em><strong>8- Os gafanhotos:</strong></em><br />
Esta praga atacou o reino vegetal. Foi um castigo mais terrível que os      outros, porque a alimentação do povo constava quase inteiramente de      vegetais. Nesta ocasião os conselheiros de Faraó pediram com instância ao      rei que se conformasse com o desejo dos mensageiros de Deus, fazendo-lhes      ver que o país já tinha sofrido demasiadamente (Ex 10.7). Faraó cedeu até      certo ponto, permitindo que somente saíssem do Egito os homens; mas mesmo      isto foi feito com tão má vontade que mandou sair da sua presença a Moisés e      Arão (Ex 10.7-11). Foi então que uma vez mais estendeu Moisés o seu braço à      ordem de Deus, cobrindo-se a terra de gafanhotos, destruidores de toda a      vegetação que tinha escapado da praga da saraiva. Outra vez prometeu o      monarca que deixaria sair os israelitas, mas sendo a praga removida, não      cumpriu a sua palavra.</p>
<p><strong><em>9- Três dias de escuridão:</em></strong><br />
A praga das trevas mostraria a falta de poder do deus do sol, ao qual os      egípcios prestavam culto. Caiu intempestivamente a nova praga sobre os      egípcios, havendo uma horrorosa escuridão sobre a terra durante 3 dias (Ex      10.21). Mas, os israelitas tinham luz nas suas habitações. Faraó já      consentia que todo o povo deixasse o Egito, devendo contudo, ficar o gado.      Moisés, porém rejeitou tal solução. Sendo dessa forma a cegueira do rei,      anunciou a última e a mais terrível praga que seria a destruição dos      primogênitos do Egito (Ex 10.24-11.8). Afastou-se Moisés irritado da      presença de Faraó cujo coração estava ainda endurecido (Ex 11.9,10).</p>
<p><em><strong>10- A morte dos primogênitos:</strong></em><br />
Foi esta a última e decisiva praga (Ex 11.1). E foi, também, a mais      claramente infligida pela direta ação de Deus, não só porque não teve      relação alguma com qualquer fenômeno natural, mas também porque ocorreu sem      a intervenção de qualquer agência conhecida. Mesmo as famílias, onde não      havia crianças, foram afligidas com a morte dos primogênitos dos animais. Os      israelitas foram protegidos, ficando livres da ação do anjo exterminador,      pela obediência às especiais disposições divinas. </span> <span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"></p>
<p></span><span style="font-family: Arial; font-size: xx-small;">Dicionário Bíblico Universal &#8211; www.vivos.com.br<br />
</span></span></p>
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